
Saímos cedo de mais de Milão e, consequentemente, chegámos cedo de mais a Nice. Já tinha ouvido alguns relatos sobre a cidade, que indicavam como sendo um pouco perigosa. Isto não se veio a verificar, mas acredito que no Verão a confusão cresça. Decidimos assim parar o carro na Marginal, que nos pareceu um local seguro, para dormirmos um pouco. Durante a viagem todos dormiram, excepto o outro André que conduziu todo percurso. Então deviam ser umas seis da manhã e andava eu a passear sozinho junto ao mar, acompanhado pelas pessoas que já faziam a sua corrida matinal. Parecia que estava no Brasil, dada a quantidade de pessoas a fazer exercício aquela hora junto a mar.
Quando já estava tudo acordado, fomos até ao supermercado comprar pão e queijo para comer. Pequenos-almoços em cafés estavam proibidos, para mantermos alguma saúde financeira. Entretanto o tempo nunca mais passava para podermos fazer o check-in no hotel e tomarmos um banho. O João Dinis ainda tinha o fato, que tinha levado para o trabalho no dia anterior! Entretanto faltava algo: uma casa de banho. Não conhecendo a cidade não é fácil arranjar uma casa de banho em condições e que dê para estacionar o carro por perto. Então fomos até ao aeroporto, que tem uma quantidade impressionante de jactos particulares lá parados. Estacionamento fácil, mas pago. Então o truque era demorar menos que 15 minutos, e assim fizemos.
Não nos podíamos dar ao luxo de um hotel no centro da cidade, então escolhemos um que ficava na zona do aeroporto. Estava tudo impecável no Suitehotel Nice Aeroport Arenas, alojamento sem pequeno-almoço ficou a 22€ a cada um.
Não havia tempo a perder. Seguimos para o Mónaco, como estava planeado.
Só depois de voltarmos é que nos disseram que seria mais bonito fazer o percurso de Nice para o Principado pela estrada normal, e não pela auto-estrada. Ainda assim é uma auto-estrada espectacular e cara também. No sul de França qualquer bocadinho de via rápida é pago, e a peso de ouro. Assim que se chega ao Mónaco sente-se logo outro ambiente, luxo por todo o lado. Já sentíamos isto desde Milão, mas aqui é demais. Estacionamento é algo impossível de se arranjar, portanto é deixar o automóvel num parque de estacionamento e andar a pé, ou de autocarro. Não tínhamos muito tempo para lá estar, por isso passeámos sem visitar nada. Ainda assim, vimos a Marina, já estava a ser montada a estrutura para a F1, o casino de Monte-Carlo, muitas lojas, quase todos os carros topo de gama mais conhecidos e mesmo os menos conhecidos, o conhecido túnel do circuito de F1 e uma vista deslumbrante sobre o mar. Acredito que tenha sido um erro não ter lá ficado para a noite, mas não podíamos deixar de conhecer a noite de Nice.
Regressámos à base. E partimos à procura de um restaurante. Procurámos tanto por um que se enquadrasse no que tínhamos perspectivado gastar que saiu asneira e ainda pagámos uns 20€. Lição aprendida, é preferível gastar mais uns 5€ e comer bem do que acabar por pagar muito e não comer nada de jeito.
Ainda meio chateados com o jantar fomos passear pelas ruas de Nice, uma zona que fazia lembrar o Bairro Alto(Lisboa), com muita gente jovem na rua. Ainda ficámos na dúvida se havíamos de procurar uma discoteca ou não, mas preferimos poupar algum dinheiro. E depois da noite anterior era também importante descansar, porque não íamos parar nos próximos dias. Gostei muito de Nice. É uma cidade já com alguma dimensão, a quinta maior de França. Junto ao mar, com muitos restaurantes e lojas e uma marina numa envolvente muito interessante. Certamente, há muito mais para ver, mas fica para uma próxima vez.
Saímos cedo de mais de Milão e, consequentemente, chegámos cedo de mais a Nice. Já tinha ouvido alguns relatos sobre a cidade, que indicavam como sendo um pouco perigosa. Isto não se veio a verificar, mas acredito que com o Verão a confusão cresça. Decidimos assim parar o carro na Marginal, que nos pareceu um local seguro, para dormirmos um pouco. Durante a viagem todos dormiram, excepto o outro André que conduziu todo percurso. Então deviam ser umas seis da manhã e andava eu a passear sozinho junto ao mar, acompanhado pelas pessoas que já faziam a sua corrida matinal. Parecia que estava no Brasil, dada a quantidade de pessoas a fazer exercício aquela hora junto a mar.
Quando já estava tudo acordado, fomos até ao supermercado comprar pão e queijo para comer. Pequenos-almoços em cafés estavam proibidos, para mantermos alguma saúde financeira. Entretanto o tempo nunca mais passava para podermos fazer o check-in no hotel e tomarmos um banho. O João Dinis ainda tinha o fato, que tinha levado para o trabalho no dia anterior! Entretanto faltava algo. Uma casa de banho. Não conhecendo a cidade não é fácil arranjar uma casa de banho em condições e que dê para estacionar o carro. Então fomos até ao aeroporto, que tem uma quantidade impressionante de jactos particulares lá parados. Estacionamento fácil, mas pago. Então o truque era demorar menos que 15 minutos, e assim fizemos.
Não nos podíamos dar ao luxo de um hotel no centro da cidade, então escolhemos um que ficava na zona do aeroporto. Estava tudo impecável no Suitehotel Nice Aeroport Arenas(
http://www.suitehotel.com/gb/hotel-6513-suitehotel-nice-aeroport-arenas/index.shtml), alojamento sem pequeno-almoço ficou a 22€ a cada um.
Não havia tempo a perder. Seguimos para o Mónaco, como estava planeado.
Só depois de voltarmos é que nos disseram que seria mais bonito fazer o percurso de Nice para o Principado pela estrada normal, e não pela auto-estrada. Ainda assim é uma auto-estrada espectacular e cara também. No sul de França qualquer bocadinho de via rápida é pago, e a peso de ouro. Assim que chega ao Mónaco sente-se logo outro ambiente, luxo por todo o lado. Já sentíamos isto desde Milão, mas aqui é demais. Estacionamento é algo impossível de se arranjar por ali, portanto é deixar num parque de estacionamento e andar a pé, ou de autocarro. Não tínhamos muito tempo para lá estar, por isso passeámos sem visitar nada. Ainda assim, vimos a Marina, já estava a ser montada a estrutura para a F1, o casino de Monte-Carlo, muitas lojas, quase todos os carros topo de gama mais conhecidos e mesmo os menos conhecidos, o conhecido túnel do circuito de F1 e uma vista deslumbrante sobre o mar. Acredito que tenha sido um erro não ter lá ficado para a noite, mas não podíamos deixar de conhecer a noite de Nice.
Regressámos à base. E partimos à procura de um restaurante. Procurámos tanto por um que se enquadrasse no que tínhamos perspectivado gastar que saiu asneira e ainda pagámos uns 20€. Lição aprendida, é preferível gastar mais uns 5€ e comer bem do que acabar por pagar muito e não comer nada de jeito.
Ainda meio chateados com o jantar fomos passear pelas ruas de Nice, uma zona que fazia lembrar o Bairro Alto(Lisboa), com muita gente jovem na rua. Ainda ficámos na dúvida se havíamos de procurar uma discoteca ou não, mas preferimos poupar algum dinheiro. E depois da noite anterior era também importante descansar, porque não íamos para nos próximos dias. Gostei muito de Nice. É uma cidade já com alguma dimensão, a quinta maior de França. Junto ao mar, com muitos restaurantes e lojas e uma marina numa envolvente muito interessante. Certamente, há muito mais para ver, mas fica para uma próxima vez.









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